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Lição 13

 

SACRAMENTOS

 

O QUE É UM SACRAMENTO?

 

É algo considerado Sagrado.

O Batismo nas águas e a Ceia do Senhor são dois rituais instituídos e inaugurados por Jesus.

 

Um sacramento é mais do que uma ordenança, que você pode escolher entre fazer ou deixar de cumprir.

Um sacramento está mais próximo de uma lei que, se for transgredida, sofre-se uma conseqüência. No caso, deixar de cumpri-los, é desprezar e perder as bênçãos contidas neles.

 

O Batismo, realizado uma só vez, confirma a fé, é a introdução na família de Deus, é o cartão de entrada na Igreja.

 

A Ceia é a memorização do sacrifício de Cristo, sem essa lembrança, a Igreja enfraquece.

A Ceia fortalece a comunhão com Deus e com os irmãos, é alimento espiritual, puro e será realizada até Jesus voltar.

 

POR QUE ESSES MANDAMENTOS

SÃO CONSIDERADOS SACRAMENTOS?

 

Para a celebração desses dois eventos espirituais, são usados elementos físicos representativos de verdades espirituais:

·      No Batismo usa-se a água;

·      Na Ceia usa-se o pão e o vinho.

 

BATISMO

 

A palavra batismo significa mergulho, imersão.

Através do batismo, o novo convertido passa a ser membro participante da Igreja local.

O batismo não salva ninguém.

A justificação do homem, diante de Deus é, somente, pela fé.

O ato do batismo ratifica o desejo, daquele que deseja o Cristo Jesus, de se submeter a Deus e de obedecer à Sua Palavra.

 

O batismo é uma representação da morte e ressurreição de Jesus.

A submersão, nas águas, representa o sepultamento do velho homem e a saída das águas, a ressurreição para uma nova vida.

 

“De sorte que fomos sepultados com Ele

pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressuscitou

dos mortos também andemos nós em novidade de vida”. Romanos 6:4

 

Os quatro evangelhos destacam o fato de Jesus ter sido batizado por João Batista.

O batismo de Jesus foi para o início do seu ministério, além de ser uma aprovação ao ministério de João Batista.

Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas) registram a voz que veio do céu para testificar a respeito de Jesus. Mateus 3:13-17; Marcos 1:9-11 e Lucas 3:21-22.

 

Exemplos: Jesus foi batizado ao iniciar seu ministério.

Os apóstolos batizavam a todos os que se convertiam. Atos 2:37-41; Atos 8:36-39; Atos 9:18; Atos 16:15; Atos 16:33; Atos 18:8; Atos 19:3-7.

 

“De sorte que foram batizados os que

de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia

agregaram-se quase três mil almas”. Atos 2:41.

 

João Batista, o último profeta do Antigo Testamento, batizava os que criam na sua palavra a respeito do Cristo que havia de vir.

Era o batismo do arrependimento. Atos 19:3-7.

 

João Batista respondeu aos que lhe perguntaram sobre quem era ele:

 

“Eu sou a voz do que clama no deserto:

endireitai o caminho do Senhor”. João 1:22e23.

 

Se o batismo é uma confirmação da fé, deve-se esperar que uma criança chegue à idade de compreender o seu significado.

Os pais devem apresentar seus filhinhos, consagrando-os ao Senhor e prometendo instruí-los nos caminhos da Verdade.

 

CEIA

 

A celebração da Ceia, com seus elementos concretos, o pão e o vinho, símbolos da carne e do sangue de Cristo, é uma representação da morte de Jesus com o fim de reavivar, na memória do crente, toda a obra significativa que envolve a Cruz, tornando-a eficaz no presente.

 

Toda a obra de Cristo, realizada na Cruz, é transportada ao momento atual, a cada celebração.

 

A repetição deste ato pode até ser considerada por alguns uma rotina sem significado, mas é um exercício espiritual que possui valor em si mesmo e age por impregnação, como a maioria dos medicamentos usados para a cura do corpo.

Possui o efeito de um psicodrama na cura da mente.

 

A memória do cristão vai acumulando os dados essenciais à solidificação da fé. Na medida em que busca a comunhão com Deus e com os irmãos, vai sendo possuído da certeza, sempre crescente, de que é filho de Deus, membro do Corpo de Cristo, participante da família universal, cidadão do Reino.

 

A Ceia do Senhor expressa a unidade da Igreja, a igualdade e a fraternidade entre os seus membros:

 

·      Todos reunidos num só pensamento, numa só fé, num só batismo, em obediência e adoração ao único Deus, recebem o ensinamento de um só Espírito (unidade);

·      A família de Deus recebe uma bênção especial, comum a todos.

 

Deixar de participar da Ceia por negligência, por não estar bem consigo mesmo, ou por ter tido um desentendimento com alguém, é excluir-se voluntariamente de um momento providencial, quando o consciente coletivo espiritual está sensível ao quebrantamento e à abertura da alma e da mente para receber a provisão de Deus.

Sentimentos nunca devem sobrepor-se à força da Palavra de Deus. Quando isso acontece a Verdade é considerada mentira, e isso, invalida o testemunho que Deus deu de si mesmo ao homem.

 

Deus não é prejudicado. A pessoa se exclui da Promessa quando aceita a mentira e rejeita a Verdade.

 

É claro que há motivos reais como faltas graves contra os princípios bíblicos, exclusão ou disciplina temporária da Igreja, que impedem a participação na Ceia.

Em tais casos, cada um respeite o seu tempo de afastamento, porque cada um é responsável por si mesmo!

 

Outro fator capaz de vulgarizar o ato é a troca dos elementos, pão e vinho, por outra substância, ou a sua distribuição indiscriminada aos que ainda não alcançaram o significado implícito no símbolo (crianças e pessoas que ainda não pertencem ao corpo de membros).

 

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